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Dilma e sua biografia medíocre. Uma vida repleta de derrotas

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A ex-presidente Dilma Rousseff sempre tentou realçar sua biografia através de suas historinhas de ex-guerrilheira e de sua batalha contra um câncer como forma de passar a imagem de uma mulher valente. Dilma nega que tenha pegado em armas ou participado de ações de campo nos tempos em que fazia parte de um grupo de subversivos nos tempos da ditadura.

Segundo seu próprio relato, é possível deduzir que ela não passava de uma "cuidadora de célula", como eram conhecidos os esconderijos itinerantes dos terroristas. Isto significa que Dilma era uma subversivazinha medíocre que lavava, passava e cozinhava em favor de suas convicções por uma causa comunista.

Assim como qualquer "preso político" durante os tempos da ditadura, Dilma alega ter passado por diversas sessões de tortura e se vangloria de nunca ter entregue nenhum de seus companheiros. Mas até mesmo nestes relatos existem controvérsias. Os subversivos da época aconselhavam a todos os companheiros presos que mentissem sobre o tratamento na prisão: “quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre.” A técnica fazia parte das campanhas de exaltação dos terroristas e ainda ajudava a difamar as Forças Armadas.

Há relatos que atestam que Dilma nunca foi torturada. Segundo militares e até mesmo companheiras de cela, a petista foi uma das pioneiras na delação premiada. Os militares sabiam que Dilma era apenas uma cuidadora de célula e negociaram algumas informações em troca de um tratamento mais brando na prisão. Dilma é uma mentirosa compulsiva e fica difícil dar crédito à qualquer coisa que diga.

Mas o marketing em torno de suas lutas sempre foi uma peça central do embuste que ela representa. A batalha contra um câncer linfático em estágio inicial, um pequeno tumor de 2,5 cm retirado de sua axila esquerda identificado como único foco da doença no organismo, foi explorada de forma exaustiva por Dilma desde 2009.

O "sofrimento" que Dilma insiste em realçar em seus discursos não se compara ao sofrimento de milhões de mulheres brasileiras que são vítimas do péssimo sistema de saúde deixado pelos governos do PT, após 13 anos no poder.

O dramalhão de novela mexicana construído pelos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, presos na Operação Lava Jato, no qual Dilma figura como uma eterna vítima das circunstâncias, é brega, exagerado e combina muito bem com a personagem que a petista tentou vender ao povo. Na verdade, Dilma é uma mulher arrogante, prepotente e tem pouco apreço pelo sofrimento alheio.

Mentiu, se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras e permitiu que seus companheiros de partido saqueassem o Brasil sem dó nem piedade. Em nenhum momento durante os últimos meses, Dilma lamentou o sofrimento de 12 milhões de chefes de família desempregados em virtude da crise criminosa que ela ajudou a implantar no país. Era sempre o mesmo mi mi mi de vítima disso ou daquilo outro.

A trajetória de Dilma, assim como a de qualquer pessoa que vive tentando posar de vítima, é repleta de derrotas. Em sua única iniciativa como empreendedora, abriu uma lojinha de 1,99 e faliu poucos meses depois. Sem talento para nada,  alcançou cargos na administração pública graças à favores de ex-companheiros, mas nunca conseguiu demonstrar nenhum brilhantismo por onde passou. Foi escolhida por Lula para ser sua sucessora fantoche, tentou criar asas e deu no que deu. Incompetente e ao mesmo tempo arrogante, perdeu a oportunidade de ser uma presidente apenas mediana. Como tudo que fez na vida, foi medíocre e acabou deposta.

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