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Não vai sobra nada de Dilma após delação de Marcelo Odebrecht sobre acordo de propina com a petista

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Ao que tudo indica, a ladainha repetida pela presidente afastada, Dilma rousseff, de que não fez nada de errado e de que foi vítima de um golpe está com os dias contados. O empresário Marcelo Odebrecht está prestes a colocar um fim definitivo na farsa de mulher honesta sustentada pela presidente afastada, Dilma Rousseff. O ex-presidente da Odebrecht, vai assumir no acordo de delação que negocia com procuradores da Lava Jato que controlava pessoalmente os recursos legais e ilegais que irrigaram as campanhas presidenciais de 2010 e 2014, vencidas pela presidente afastada, Dilma Rousseff, segundo apurou a Folha em reportagem publicada nesta terça-feira, 21.

O executivo, que está preso há um ano em Curitiba, resolveu fornecer detalhes de sua relação criminosa com Dilma, abordando inclusive uma das conversas que  teve com a presidente afastada pouco antes de ser preso, em 26 de maio de 2015. Os dois se encontraram  no México e na ocasião, Marcelo alertou a então presidente que os investigadores da Lava Jato estavam prestes a descobrir os pagamentos ilícitos que sua empresa fez ao marqueteiro de campanha de Dilma na Suíça. Os repasses à João Santana e Mônica Moura foram comprovados pelos investigadores da Força-tarefa e confirmados por outros delatores.

Marcelo Odebrecht teria ficado irritado com a arrogância de Dilma, que se sentia segura no cargo de presidente, achava que nada a afetaria e não deu atenção aos seus alertas. O executivo estava preocupado com a confiança da presidente afastada, que lhe assegurou que tinha como "impedir" que as coisas chegassem até eles. Marcelo pela Polícia Federal foi preso 24 dias depois desta conversa.

Pouco antes de ser preso, o executivo admitiu a tranquilidade de Dilma em relação as investigações serviam para acalmá-lo.  Em conversas com interlocutores e advogados, Marcelo garantia que não se sentia ameaçado pela Operação Lava Jato por acreditar que, se ele fosse preso, o governo de Dilma cairia junto com ele. Seu pai, Emílio Odebrecht, chegou a fazer a mesma declaração, logo após sua prisão.

Em sua delação, o ex-presidente da Odebrecht confirma negociou o repasse de propina ao PT com representantes do partido, em sua casa no Morumbi, na zona sul de São Paulo. O executivo confirma ter financiado as duas últimas campanhas de Dilma com recursos de caixa 2. Conforme suspeitavam os procuradores,  João Santana recebeu recursos ilícitos da Odebrecht no Brasil e no exterior. O marqueteiro recebeu R$ 42 milhões e R$ 78 milhões pelas campanhas presidenciais de 2010 e 2014 respectivamente, de acordo com prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral.

Marcelo afirmou que assumirá a parte do esquema de propina das duas últimas campanhas de Dilma de 2010 e 2014 como parte de um total de 20 temas que já esboçou nos preparativos para o acordo de delação que está em curso. Segundo Marcelo, não adianta negar o que já ficou comprovado de várias formas pelos investigadores. Não tem como enganar o Ministério Público, considerando o risco de perder os benefícios advindos de um acordo.

A delação de empresário sepulta definitivamente as alegações da presidente afastada, que jurou várias vezes em seus pronunciamentos que era uma mulher honesta. O dinheiro que Dilma negociou com Marcelo Odebrecht tinha origem em obras superfaturadas na Petrobras, em estádios da copa, em obras para os jogos olímpicos e de financiamentos obtidos no BNDES para obras no exterior. Dinheiro do contribuinte. Dilma e Marcelo negociavam o dinheiro roubado do povo.
Sergio Moro 1177633351028423054

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