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Perturbação mental de Dilma é grave e uso de remédios tarja preta preocupa assessores

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Assessores da presidente Dilma Rousseff confirmam que está se tornando cada vez mais difícil lidar com o alto grau de perturbação mental que a tem acometido nos últimos dias. Os assessores confirma que a situação está se agravando com o andamento do processo de impeachment na Câmara dos Deputados.  Dilma não tem conseguido lidar com a pressão de forma racional e tem vivido à base de fortes medicamentos tarja preta, confirma assessores.

As revelações sobre o desequilíbrio mental e emocional da presidente Dilma foram feitas pela revista ISTOÉ, que publicou um artigo onde expõe o cotidiano dos bastidores do Palácio do Planalto dos últimos dias. 

Segundo a reportagem, o agravamento do quadro psíquico da presidente se mostrou mais preocupante, após tensões políticas e policiais, como o andamento do impeachment na Câmara e as novas fases da Operação Lava Jato. Dilma se submeteu ao uso de fortes calmantes, como o Rivotril e medicamentos indicados para esquizofrenia. Interlocutores do Planalto asseguram que as pesadas drogas não estão surtindo o efeito esperado.



A avaliação é a de que em muitos momentos, Dilma se porta completamente fora de si e não apresenta condições emocionais de conduzir o país.Nos últimos dias, a presidente tem protagonizado sucessivas situações desconcertantes, explosões nervosas e exibe total desconexão com a realidade. Até mesmo os assessores mais acostumados com as grosserias da presidente se confessam preocupados com seu comportamento nestes dias que antecedem a votação do impeachment. Relatos dão conta Dilma está irascível, fora de si e mais agressiva do que nunca. Lembra o Lula dos grampos em seus impropérios.

Dante da sequencia devastadora de notícias ruins, Dilma ordenou que de todos jornais e revistas fossem retirados do seu gabinete. Até seus subordinados estão com medo de lhe transmitir as informações publicadas na imprensa. Dilma tem reagido com palavrões, chamando todos de “traidores” e prometendo “vingança”. Em uma das conversas que tem tido com um assessor, a presidente investiu pesado contra o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato. “Quem esse menino pensa que é? Um dia ele ainda vai pagar pelo quem vem fazendo”.

O quadro emocional de Dilma se agravou muito, desde o anúncio da delação proposto pela Odebrecht, quando chegou a destruir móveis num ataque de fúria. Dilma tem sido medicada com dois remédios muito fortes: rivotril e olanzapina, este último usado para esquizofrenia, mas com efeito calmante. A medicação nem sempre apresenta eficácia, garantem assessores, cada vez mais temerosos quanto às reações intempestivas e cada vez mais imprevisíveis da presidente.

Leia a matéria completa aqui.
Sergio Moro 4286975533622831166

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