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Discursos vazios e frágeis da base aliada não ajudam Dilma na Comissão do impeachment

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A fragilidade dos argumentos usados pelos membros da base aliada do governo na comissão do impeachment da Câmara expõe a dificuldade encontrada pelos parlamentares para defender o mandato da presidente.

Aos defensores do governo, tem restado apenas a tese do "legalismo", que consiste em refutar a caracterização do episódio das pedaladas como crime de responsabilidade.

Torna-se cada vez mais patente a situação delicada vivida pelos defensores do governo na comissão. Tentando minimizar os danos causados pela posição delicada de tentar defender a presidente, a maioria dos parlamentares se vê forçada a tecer críticas contra Dilma, como reconhecer sua responsabilidade pela crise e seu baixíssimo índice de aprovação popular.

Diante da inevitável constatação de que há muito pouco a ser feito em favor de Dilma, os parlamentares procuram focar na figura do presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha ou tentar desacreditar o parecer do relator, Jovair Arantes (PTB-GO).

Diante de um país sem perspectivas para o futuro com base no cenário que tentam propor, os parlamentares ainda são forçados a evitar falar sobre a situação do país, caso Dilma consiga se livrar do impeachment.
Política 1504639875312127909

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  1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK É TUDO QUE TENHO A DIZER.... DESENHO: É SÓ ALEGRIA E PNSBD!.... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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