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OAB decide apoiar pedido de impeachment de Dilma por 26 votos a 2

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Apesar da insistência do advogado-geral da União (AGU), ministro José Eduardo Cardozo, em tentar convencer o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a não apoiar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, a entidade preferiu adotar a posição contrária à do emissário do governo.

Após reunião com representantes dos estados, a OAB decidiu que vai apoiar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional. O conselho federal aprovou o parecer do relator, Érick Venâncio por 26 votos a 2. Apenas a bancada do Pará e o ex-presidente da Ordem, Marcelo Lavenère, que é membro vitalício, foram contra o pedido.

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O relator considerou haver indícios de que Dilma cometeu crimes de responsabilidade, o que pela Constituição pode levar à cassação do mandato de um presidente. Venâncio avaliou que as pedaladas fiscais de 2014, as isenções oferecidas à Fifa durante a Copa do Mundo no mesmo ano e a suspeita de que Dilma teria agido para interferir na Operação Lava Jato são suficientes para que a OAB encampe o pedido de afastamento da presidente. A Ordem precisará decidir ainda se endossará o pedido que já tramita no Congresso Nacional, aditando-o, ou se protocolará na Câmara um novo pedido.

"Meu indicativo primeiro é o de rechaçar veementemente a pecha de golpe quando se pleiteia um impedimento. Isso é exercício do poder republicano. Reconheço a possibilidade de abertura do pedido de impeachment", afirmou Venâncio.
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