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Não deixe que os outros façam o dever em seu lugar. Assim, nunca aprenderá nada sobre cidadania. Vem pra Rua!

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Não são apenas os milhões de brasileiros que perderam seus empregos nos últimos meses que tem motivos para comparecer às manifestações programadas para este domingo, 13 de março, em pelo menos 500 cidades do país.

Todo brasileiro tem o direito e o dever de comparecer. Não apenas os que penam na porta dos hospitais, os que sofrem com as greves dos professores, os que sofrem com o aumento da violência, o aumentos dos juros, o aumento da inflação ou os que estão indignados com a corrupção no país, como o assalto na Petrobras. Ainda que você não se enquadre em nenhuma destas categorias ou que se incomode apenas quando pisam em seu calo, saiba que Você pode ser a próxima vítima de algo decorrente da negligência, incompetência ou corrupção deste governo.

Se você quer saber o que essas vozes descontentes estão pedindo, ou ainda se está em dúvida sobre ir ou não, veja se você se identifica com uma das cinco razões sugeridas pelo BrasilPost para comparecer aos protestos deste domingo:




1
Impeachment
WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO

Pesquisas recentes mostram que cresceu nos últimos meses o apoio ao impeachment da presidente Dilma Rousseff – já gira em torno dos 80%. As atuais crises política e econômica, somadas à corrupção, fazem com que setores da sociedade brasileira acreditem que já não há mais condições de Dilma seguir no comando do País. É uma parte da motivação dos que pedem o impeachment, que ainda acreditam na tese das ‘pedaladas fiscais’ e o consequente descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, o que já poderia municiar um processo formal de impeachment no Congresso Nacional.

2
Estelionato eleitoral
Marcos de Paula/Estadão Conteúdo

Quem vai às ruas neste domingo contra o governo acredita que Dilma Rousseff mentiu durante as eleições presidenciais do ano passado. Na tentativa de reeleger, a presidente da República garantiu, por exemplo, que preservaria direitos dos trabalhadores e que a crise econômica já sentida no País na época era “reflexo da crise mundial que começou em 2008”, e não um problema de gestão.

3
Ajuste fiscal
ED FERREIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

Ao dizer que direitos estavam garantidos e a população 'a salvo’, Dilma Rousseff acusava os seus adversários nas eleições – o tucano Aécio Neves e a pessebista Marina Silva – de “ameaçarem as conquistas” dos 12 anos anteriores, todos sob o comando do PT. Em linhas gerais, a presidente não foi tão clara sobre o tamanho do ajuste fiscal que seria necessário para controlar a inflação e voltar a fazer o Brasil crescer. Enquanto tenta fazer o ajuste sair do papel, em meio ao duelo com o Congresso Nacional, a presidente vê o aumento do desemprego, a subida do dólar e o ‘fantasma’ da alta da inflação, o que encarece os preços de itens como os alimentos e faz com que o aumento da taxa de juros seja uma rotina, encarecendo o crédito e levando a um cenário de recessão – já citada por instituições como ‘provável’ em 2016. Por tudo isso, quem vai às ruas no domingo não está feliz com o ajuste fiscal.

4
Apoio à Operação Lava Jato
ALEX SILVA/ESTADÃO CONTEÚDO

O juiz Sérgio Moro é ‘persona non grata’ nos círculos petistas, desde o início da Operação Lava Jato, que investiga um amplo escândalo de corrupção envolvendo executivos, empreiteiras e políticos ligados à Petrobras. Grande parte do que foi apurado pelas investigações recaí sobre o PT e pessoas vinculadas ao partido. A mais recente baixa foi a prisão do ex-chefe da Casa Civil no governo Lula, José Dirceu – visto, no início da gestão petista, como o provável sucesso de Lula no poder, o que caiu por terra com a condenação no mensalão, em 2005. O ex-tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, e o ex-deputado petista André Vargas são outros presos com ligação histórica com o PT, tendo sido alvos em algum momento de delatores com grande participação no esquema, como o doleiro Alberto Youssef. Para petistas, trata-se de “perseguição” de Moro e da imprensa, enquanto os insatisfeitos com o governo federal acreditam que é culpa do PT o aparelhamento do País e de suas estatais, como a Petrobras, tudo com o foco em um projeto de poder, e não de governo. Para quem vai às ruas no dia 16, Moro é um herói e um possível bastião da mudança, algo como foi o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, na época das condenações do mensalão.

5
Direito ao protesto
FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO

O direito ao protesto é garantido pela Constituição Federal de 1988. Em seu artigo 5º, estão previstas a “livre manifestação de pensamento”, a “liberdade de reunião em locais abertos ao público”, e a “liberdade de associação para fins lícitos”. Acusados de serem ‘golpistas’, aqueles que vão se manifestar neste domingo estão apenas exercendo a liberdade de mostrarem o seu descontentamento, algo garantido pela ‘Carta Magna’ nacional. Qualquer reação com o intuito de impedir ou reprimir qualquer manifestação incide em censura, algo inaceitável em um regime democrático.
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