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Lula terá que depor perante Sérgio Moro sobre propina para o PT. Se mentir, leva mais um processo

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O ex-presidente Lula não poderá se reservar o direito de permanecer calado ou mesmo mentir durante seu depoimento perante o juiz federal Sérgio Moro, agendado para o dia 14 de março. Lula prestará seu depoimento como testemunha de defesa do pecuarista José Carlos Bumlai e será ouvido por meio de videoconferência, na Justiça Federal em São Paulo, às 9h30 da manhã. Para o mesmo dia, Moro marcou depoimentos de outras testemunhas arroladas pela defesa do amigo de Lula.

Esta semana, o ex-diretor Financeiro da Petrobrás, Almir Guilherme Barbassa, afirmou em depoimento que o contrato com o Grupo Schahin para operação do navio-sonda Vitória 10000 deveria ter sido rompido, quando houve inadimplência da empresa. Barbassa também foi ouvido, mas como testemunha de acusação, no processo em que são réus o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, e donos do Grupo Schahin.

A contratação da empresa teria sido uma contrapartida a um empréstimo de R$ 12 milhões concedido ao PT, em 2004, em nome do amigo de Lula. Bumlai é acusado de atuar para a contratação irregular da Schahin como forma de quitar o empréstimo para o PT.

Lula será lembrado pelo juiz Sérgio Moro, que na condição de testemunha, tem um compromisso com a justiça de dizer a verdade e responder as perguntas que lhe foram feitas. Lula também será advertido por força de lei que se faltar com a verdade ficará sujeito a um processo criminal.

Veja abaixo o depoimento do ex-diretor Financeiro da Petrobrás Almir Guilherme Barbassa, prestado nesta quarta-feira, 2 de março. Os depoimentos ocorrem na ação penal em que Bumlai e mais dez investigados na Operação Lava Jato foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.


Sergio Moro 9172291650102871036

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