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Lula, o conspirador e manipulador desmascarado em grampo autorizado pela justiça

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O jornalista Helio Gurovitz publica uma coluna semanal em O Globo, onde analisa grandes temas da atualidade envolvendo política, economia, comportamento, opinião pública. Esta semana, o jornalista se debruçou sobre as transcrições das gravações de ligações do ex-presidente Lula, feitas com autorização da Justiça.


Apesar do curto intervalo em que o ex-presidente foi gravado, (Lula usava uma linha em nome de um laranja), foi possível construir um longo perfil do ex-presidente. Gurovitz fez a uma breve análise do perfil revelado nas gravações e dividiu por aspectos do comportamento do ex:presidente. Selecionamos neste trecho uma pequena mostra do Lula manipulador e conspirador.


Lula conspira e manipula – em várias das conversas, Lula tenta sondar a opinião seus interlocutores e conduzi-los rumo às ações de seu interesse:



1) Ao deputado federal Wadih Damous, tenta conclamar a bancada petista à defesa do governo e dele próprio, Lula, nas ações da Lava Jato. “Eles têm que ter medo. Eles têm que ter preocupação”, diz a certa altura. Lula quer pressão na Câmara contra Moro e os procuradores.






2) Ao ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, Lula pede atenção da defesa do novo ministro da Justiça, o procurador baiano Wellington Lima e Silva. “É importante você ficar atento, porque vai (sic) sair muitas críticas (…), com o objetivo de encurralá-lo”, diz Lula. Ele tinha razão: Lima e Silva teve de deixar o cargo em questão de dias, por ser do Ministério Público.



3) Ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, Lula diz que é preciso enfrentar o MP e a Polícia Federal. “Eu sou a chance que esse país tem de brigar com eles pra tentar colocá-lo (sic) no seu devido lugar”, diz. Paes concorda.



4) Ao ministro Nelson Barbosa, Lula diz que “é preciso acompanhar o que a Receita tá fazendo junto com a Polícia Federal” e exige que ele chame o responsável para tirar satisfações.
Lula encontra o ministro José Múcio, do Tribunal de Contas da União, para um almoço discreto, num hotel de São Paulo. Não se sabe o que discutiram.



5) Num telefonema com o ministro Jaques Wagner, passa o telefone ao deputado Paulo Teixeira, que marca um encontro com Wagner para o dia seguinte para tratar de algum pedido “urgente de urgente de urgente”.



6) Com o próprio Wagner, discute a melhor estratégia a adotar na aprovação da nova lei para o pré-sal, para barrar a proposta do senador José Serra e atender aos interesses das centrais sindicais. Noutro trecho das conversas com Wagner, Lula procura seu apoio para interferir na decisão da ministra Rosa Weber a respeito do processo contra ele nas mãos dela.



7) À presidente Dilma Rousseff, afirma, no dia em que fora levado à força para prestar depoimento à PF, que é preciso partir para o enfrentamento com a Justiça. “Não tem que ficar acreditando na luta jurídica, nós temos que aproveitar a nossa militância e ir pra rua”, diz. “Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado.”
Veja outras qualidades de Lula no artigo de Helio Gurovitz
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