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Fernando Pimentel já pode ser indiciado na Operação Acrônimo. STJ abre caminho para PF

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O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do PT, acaba de se tornar alvo de novos procedimentos judiciais no âmbito da operação Acrônimo, que apura um esquema de lavagem de dinheiro para campanhas eleitorais.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a Polícia Federal a prosseguir com o indiciamento e também agendar o interrogatório do governador Fernando Pimentel. A PF pediu o indiciamento do governador no ano passado por entender que há elementos suficientes que apontam para o envolvimentos dele nos crimes investigados na Operação Acrônimo.





A PF investigava a origem de mais de R$ 110 mil encontrados em um avião no aeroporto de Brasília, em outubro de 2014. A aeronave transportava Benedito de Oliveira Neto, conhecido como Bené, dono de uma gráfica que prestou serviço para a campanha do petista ao governo mineiro e apontado pela PF como operador do Pimentel no esquema.

Pimentel também é sócio da agência Pepper, que recebeu dinheiro ilícito da construtora Andrade Gutierrez para a campanha da presidente Dilma Roussef em 2014. Os executivos da construtora confirmaram as informações aos memebros do Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Lava Jato. 
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