yourdisqusshortnamehere
c
Loading...

Dilma volta a apostar no caos no Brasil. Se já não governa agora, será pior ainda se burlar o impeachment

PUBLICIDADE Continue lendo

A presidente Dilma Rousseff tem insistido na aposta de levar o país ao caos. Em seus pronunciamentos, Dilma já não consegue mais demonstrar equilíbrio, dignidade ou a serenidade esperada em um chefe de Estado. Caso o governo consiga barrar impeachment em clima de guerra, a consequência natural após o processo será o agravamento da crise, que levará o Brasil ao caos total.

O governo Dilma e os simpatizantes do PT fingem ignorar que Brasil está diante de um dos maiores desafios políticos da história da República. Ao acirrar o debate, tentando dividir o país, o governo e o PT atuam de forma irresponsável, numa tentativa desesperada de levar o país à uma situação extrema, com riscos de profundo agravamento do quadro econômico, sem se importar com as consequências para a população.

Nesta quarta-feira, 30, a presidente voltou a afirmar hoje que o processo político em tramitação no Congresso é um Golpe. "As contas de 2015 só vão ser apresentadas em abril, sequer foram julgadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) nem pelo Congresso. Que processo é esse? É um processo golpista", declarou. "Se fazem isso contra mim, o que não farão contra o povo?", discursou Dilma durante cerimônia no Palácio do Planalto.

A estratégia do Palácio do Planalto a partir de agora é tentar colar a pecha de golpista no vice-presidente Michel Temer. O governo aposta numa campanha junto aos movimentos sociais e setores beneficiados com cargos nos altos escalões para produzir um clima de tensão artificial.

Ao insistir na tecla de que o impeachment é um golpe, Dilma desafia não apenas as instituições do país, mas também os mecanismos democráticos que asseguram ao povo a sensação de que existem leis capazes de conter desmandos dos governantes.

O governo começou a lotear cargos no alto escalão entre partidos notadamente corrompidos, como o PP, PR e PSD, com o objetivo de atrair apenas o número necessário para barrar o processo de impeachment na Câmara.


Como se trata de um processo irreversível, o governo tinha o dever de ao menos demonstrar serenidade e equilíbrio, sinalizando confiança e fé nas instituições do país, e não tentar sabotar de forma sorrateira o julgamento, enquanto alimenta preventivamente o clima de ódio contra seu eventual sucessor.

Como não consegue demonstrar confiança em sua inocência. Dilma prefere pagar para ver, desafiando o Congresso, a opinião pública, os empresários e as instituições do país.


Dilma age de forma irresponsável procurando tensionar ao máximo a situação, ignorando o que pode acontecer no dia seguinte. Caso o governo consiga estabelecer uma estratégia espúria para escapar do impeachment, Dilma simplesmente não conseguirá governar o país nos próximos dois anos e meio.
Política 2081125712273643178

Postar um comentário

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. O que acho curioso é que sempre falam da história da república, como se o Brasil tivesse sido fundado em 15 de de novembro de 1889, não em 22 de abril de 1500. Portanto, me parece que os mesmos que reclamam da situação atual, acabam por serem cúmplices ao limitar a linha do tempo a partir do golpe de Estado maçônico de 1889.

    ResponderExcluir

emo-but-icon

Página inicial item