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Depois do Acarajé, é a vez do Kibe. Lava Jato prende outra funcionária da Odebrecht.

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Pelo visto, o pessoal ligado ao esquema de propinas da Odebrecht e o Partido dos trabalhadores queria mesmo tirar a barriga da miséria. A força-tarefa da Lava Jato prende mais uma funcionária da Odebrecht nesta sexta-feira, suspeita de participar do pagamento de propinas.

A funcionária Ângela Palmeira Ferreira foi detida na Bahia e levada para Curitiba. Durante a operação,  PF também fez buscas numa das sedes da empresa na Bahia.

“A Ângela surgiu a partir da análise do material da Maria Lúcia, outro alvo da 23ª fase, e a ação de hoje foi uma ação bastante pontual, ela era na verdade um alvo residual”, afirma a delegada da Polícia Federal Renata Rodrigues.


O juiz Sérgio Moro afirmou que existe suspeita de que ela e Maria Lúcia, a da Operação Acarajé, sejam responsáveis pela contabilidade paralela do grupo Odebrecht no pagamento de vantagens indevida que iriam para outras pessoas, ainda não identificadas.

Nos documentos apreendidos na casa de Maria Lúcia estão codinomes, datas e valores expressivos. Os investigadores ainda não sabem o significado desses itens.

“Isso demonstra essa ilicitude do que vinha sido feito, essa necessidade de esconder nomes, de blindar pessoas. Assim como foi adotado o codinome Feira em relação ao casal João Santana e Mônica Moura, então para nós isso é um indício de toda a ilicitude que estava por trás desses pagamentos”, diz a delegada da Polícia Federal.

Nelas também estão datas que incluem o período eleitoral da última campanha para presidente. Assim como nos documentos supostamente ligados a Mônica Moura, a esposa do marqueteiro do PT, João Santana.

Depois do Acarajé, identificado como o termo usado pelos acusados em referência à "dinheiro vivo, chegou a vez do Kibe. Em ma das tabelas está num e-mail com o título de “Carioca” e as palavras Operação Kibe e Dragão. E valores entre R$ 550 mil e R$ 3 milhões.

O outro e-mail, com o título “Paulista”, foi enviado no mesmo dia. Nele, Operação Kibe e Dragão aparecem novamente, junto com as expressões “LE-FOZ” e “Infra Brasil”, e valores entre R$ 50 mil e R$ 5,7 milhões.

Esta é apenas mais uma peça do quebra-cabeças gastronômico que envolve a Odebrecht e os desvios da Petrobras em favor do Partido dos Trabalhadores,

Sergio Moro 595317275052780343

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