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A turma da Dilma - Suposto beneficiário de propina fala grosso e que saber quem entregou o esquema

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Poucos dias antes de assumir o posto de tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, o ex-prefeito de Diadema José de Filippi Junior foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a devolver cerca de R$ 2,1 milhões para os cofres da prefeitura daquela cidade. José de Filippi Junior foi responsabilizado pela contratação do escritório do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh do PT, sem licitação.

Fernando Pimentel é um velho companheiro de Dilma. Participou no final dos anos 60 da a mesma organização terrorista da qual Dilma e o marido eram membros atuantes. Mesmo na clandestinidade, sempre atuou à sombra da presidente, passando por Belo Horizonte, no  Rio de Janeiro, depois em Porto Alegre . Entre as ações da guerrilha urbana no Brasil das quais  participou, além de assaltos está a frustrada tentativa de sequestro do Cônsul dos Estados Unidos, Curtis Carly Cutter, em Porto Alegre. Durante a tentativa de sequestro, Cutter levou levou um tiro, mas acelerou o carro, atingindo um dos guerrilheiros. O atropelado era Fernando Pimentel.

Pimentel este envolvido em vários escândalos em Minas Gerais e ficou conhecido pelo episódio do Bolsa-consultoria. Através de uma empresa registrada com o nome P21, Pimentel faturou cerca R$ 2 milhões a partir de 2009, quando deixou a prefeitura de Belo Horizonte, de Patrus Anannias, também do PT.

Esta semana, a imprensa divulgou a informação de que executivos da Andrade Gutierrez foram forçados a repassar cerca de R$ 5 milhões à agência de publicidade Pepper, ligada a Fernando Pimentel e sua esposa, Carolina Oliveira. A agência, que prestou serviços de campanha para Dilma e para o PT é a mesma que consta de um relatório da Polícia Federal que informa que a agência Pepper praticava lobby  junto ao governo federal e ao BNDES, justamente no período em que o petista companheiro de Dilma era o presidente do conselho de administração do banco. O grupo é investigado por lavagem de dinheiro na operação Acrônimo, da Polícia Federal.

Apesar do passado comprometedor de todos os envolvidos, o coordenador financeiro da campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 rebateu a denúncia de que a construtora Andrade Gutierrez teria feito pagamento ilícito de serviços prestados durante a campanha pela empresa Pepper.

José De Filippi Jr está indignado com a divulgação das informações prestadas por executivos em acordo de delação premiada. Segundo os delatores, a Andrade produziu um contrato fictício com a Pepper para repassar cerca de R$ 5 milhões para a agência ligada a Fernando Pimentel e sua esposa, referentes a serviços prestados à campanha eleitoral de Dilma.

"O vazamento truncado e seletivo de informações atribuídas à delações premiadas submetidas a sigilo legal, independentemente de quem pratica, é ato ilícito e exige apuração imediata por parte das autoridades responsáveis", reclamou em nota José De Filippi Jr, o coordenador financeiro da campanha de Dilma que contratou a agência ligada  a Fernando Pimentel, a Pepper, ou "pimenta" em português.

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  1. Faltou a revolução de 1964 fazer o serviço direito, deixaram estas cacas e agora resta esta M......

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